Ceni deixa gramado sem receber medalha de vice do São Paulo e justifica: 'Quem ganhou que apareça'

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Tão logo soou o apito final da derrota do São Paulo para o Independiente del Valle por 2 a 0, na final da Copa Sul-Americana, neste sábado (1), em Córdoba (Argentina), chamou a atenção o fato do técnico Rogério Ceni descer correndo para os vestiários sem participar da cerimônia de premiação.

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    – Desci porque achei que demoraria para receber. Todos os atletas estava no campo. Quem vence tem que comemorar, tem que fazer parte da festa. Importante pro Del Valle a conquista, triste para nós. Não havia motivo nenhum para comemoração.

    Não é a primeira vez que Ceni tem uma atitude do tipo. Em 2006, era capitão da equipe que perdera a Recopa Sul-Americana para o Boca Juniors, da Argentina, em pleno Morumbi. Após receber a medalha de prata, atirou ela para um grupo de torcedores nas cadeiras térreas do estádio. A Conmebol chegou a avaliar o caso para punir o goleiro, mas o episódio foi esquecido.

    No final daquele ano, após o São Paulo conquistar o Campeonato Brasileiro, o então camisa 1 buscou se redimir e repetiu o gesto.

    Muito tempo depois, em 2013, Ceni também se recusou a subir no pódio após outra derrota em Recopa, desta vez para o rival Corinthians. Saiu para os vestiários do Pacaembu logo após o apito final do jogo que deu o título ao arquirrival alvinegro.

    Sobre o fato de ‘privilegiar’ a festa do adversário, o comandante são-paulino admitiu a melhor fase dos equatorianos.

    – Tamanho dos clubes é importante, mas o momento também conta. Talvez o momento do Del Valle é melhor que o do São Paulo. O nervosismo talvez custou a gente ter perdido oportunidades. O tamanho da história é diferente, assim como o momento de um e de outro pode ser colocado em uma balança.

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